Quinta-feira
Nov032016

NOVAS FREQUÊNCIAS + Fora de Fase + Encontro de Criatividade Sonora

Participarei de três apresentações neste fim de ano: no Festival Novas Frequências, dentro do Dissonantes, no Audio Rebel, no Rio de Janeiro, dia 5/12; no Fora de Fase, série de concertos curtos no CCSP que integra a programação da Conferência Internacional de Sonologia 2016 - Out of Phase, dia 23/11; e ao final do Encontro Nacional de Criatividade Sonora, na Galeria La Photo, em Porto Alegre, dia 19/11 - ambos com Isabel Nogueira. No Sonologia, também arpesentaremos trabalho teórico.

Sobre os eventos:

O projeto Dissonantes terá um espaço no Novas Frequências (o maior festival internacional de música experimental-inovadora-etc do país).

DISSONANTES é uma série de apresentações de música experimental organizada por Renata Roman e Natacha Maurer. O projeto surge como resposta à pergunta “onde estão as mulheres na cena experimental?” Além das criadoras do projeto, se apresentam Carla Boregas e Paula Rebellato (Rakta) + Leandra Lambert. Dia 5/12 no Audio Rebel.

Programação completa: http://www.novasfrequencias.com/2016/

FORA DE FASE:
MÚSICA EXPERIMENTAL E CRIAÇÃO SONORA

When:
Wednesday, Nov 23rd 2016, 8:30 p.m.

Where:
Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro 1000 Paraíso,
São Paulo 01504-000

What:
Fora de Fase is a showcase for brazilian artists involved in the production of experimental music and sonic mischieving. Each one of them, in their own way, navigates through diverse approaches such as free improvisation, algorithmic composition or radio-art. The concert highlights this diversity, while presenting the work of recognised artists and their critical and creative approach with sound. A body of work that explores music making and its relationship with performance, ideology, soundscapes, memories and performance.

Program:

I – André Damião
Narva 2

II  – Janete El Haouli & José Augusto Mannis
Memórias de Zahrah

III  – Leandra Lambert & Isabel Nogueira
Strana Lektiri

IV – Alexandre Fenerich
Coleção Peripatética de sons

V – Orquestra Errante, Kairospania e Luzilei Aliel
Suíte [en]quadrada

Programação completa do evento:

http://www2.eca.usp.br/sonologia/

 

Encontro de Criatividade Sonora - dia 4 - encerramento na LaPhoto Galeria  
Travessa da Paz, 44

Peça para aparelhos, contrabaixo e teclado: Chico Machado
Preset Managers: Carlos Ferreira, Luciano Zanatta, Ricardo De Carli
Banda Aberta: Ariane Stolfi, Fábio Goródscy, Antonio Deusany de Carvalho Júnior
Strana Lektiri Voicing Cut-Up Tragedy: Leandra Lambert e Isabel Nogueira
naøs: Henrique Chiurciu, Sergio Abdalla Saad Filho 
Arcofluxo: bella, Sanannda Acácia, Isabel Nogueira
dehors

Quarta-feira
Nov022016

Antes da Terra Incógnita, Feminoise e Dissonance from Hell

Um álbum de trabalhos meus com Alex Mandarino, Antes da Terra Incógnita, está disponível no SpotifyiTunes, Apple Music, Tidal, Deezer, Amazon, Groove, Google Play, Bandcamp e Soundcloud, entre dezenas de outras lojas.

Além disso, duas coletâneas de música experimental latino-americana estão disponíveis no Bandcamp para quem quiser ouvir! (incluindo trabalhos em que participo, é só procurar que acha...)

FEMINOISE, com 60 artistas solo/duplas de mulheres ou grupos em que predominam mulheres.

DISSONANCE FROM HELL: AMÉRICA LATINA, ENTRE RUÍDOS Y RUÍNAS

 

 

Quarta-feira
Nov022016

SONORA - Ciclo Internacional de Compositoras

Presente no Sonora PoA: na coversa de abertura, em apresentação Strana Lektiri com Isabel Nogueira na Galeria La Photo e em show do Terra Incógnita + Medula no Ocidente. 


O Sonora - Ciclo Internacional de Compositoras é um festival internacional que busca evidenciar a produção de compositoras mulheres. Em 2016 é realizado em 6 países e em mais de 20 cidades.

A edição de Porto Alegre acontece entre 24 e 28 de agosto (de quarta a domingo), em 4 locais diferentes com a participação de mais de 20 compositoras. Os eventos têm entrada franca com contribuição espontânea, com exceção de domingo, com ingresso de 10 reais. A programação é:

24/08 (quarta), 18h, no BAR OCIDENTE (Av. Osvaldo Aranha, 960):
- Roda de conversa "mulheres multi: ações e contextos", com Simone Rasslan, Adriana Deffenti, Julia Barth, Mariana Bandarra, Isabel Nogueira, Leandra Lambert e Isadora Nocchi Martins
- Shows de: Carmen Correa e Adriana Deffenti
- ENTRADA FRANCA (+ contribuição espontânea!)

25/08 (quinta), 19h, na GALERIA LA PHOTO (Travessa da Paz, 44):
- Música experimental com: Isabel Nogueira, Isadora Nocchi Martins, Cuca Medina, Strana Lektiri (Isabel Nogueira e Leandra Lambert)
- ENTRADA FRANCA (+ contribuição espontânea!)

26/08 (sexta), 19h, no ATC -INSTITUTO DE ARTES DA UFRGS (Rua Senhor dos Passos, 248)
- Música para e com piano com: Sandra Mohr, Mariane Kerber e Ariane Wink, Dunia Elias, Bethy Krieger, Catarina Domenici
- ENTRADA FRANCA (+ contribuição espontânea!)

27/08 (sábado), 19h, na CASA CULTURAL TONY PETZHOLD (Av. Cristóvão Colombo, 400):
- Canções ou música de câmara com: Maitê Saldívia, Karine da Cunha e Três Marias (Andressa Ferreira e Gutcha Ramil)
- ENTRADA FRANCA (+ contribuição espontânea!)

28/08 (domingo), 16h-21h, no BAR OCIDENTE (Av. Osvaldo Aranha, 960):
- Shows de: Bibiana Morena, Skia, 3 Like Us , Terra Incógnita + Coletivo Medula
- ENTRADA: 10 REAIS

Terça-feira
Jun282016

Dissonantes #5 no Ibrasotope música experimental

---> SOBRE O PROJETO <----

DISSONANTES é uma série de apresentações de música experimental organizada por Renata Roman e Natacha Maurer. O projeto surge como resposta à pergunta “onde estão as mulheres na cena experimental?” 

SERVIÇO
Dissonantes#5 - Sanannda Acácia + Isabel Nogueira e Leandra Lambert
Sexta-Feira, 01 de julho
Ibrasotope - Rua Januário Miraglia, 43
Vila Nova Conceição-SP
*Abertura da casa: 20h
*Apresentções começam às 21h.
Entrada sugerida: R$10 ou pague quanto puder / quiser! :)

Segunda-feira
Mai302016

PASSAGENS ATLÂNTICAS - VÍDEO NO CANAL ARTE

Sábado
Abr162016

Passagens Atlânticas - individual na Galeria de Arte IBEU, em Copacabana

PASSAGENS ATLÂNTICAS
Exposição individual de Leandra Lambert
Curadoria: Cesar Kiraly
Galeria IBEU
Abertura: 18/04, segunda-feira, 19h

Entre 19 de abril e 20 de maio, a Galeria IBEU apresentará a exposição "Passagens Atlânticas", de Leandra Lambert, com curadoria de Cesar Kiraly. Em sua segunda individual, a artista apresenta fotografias, uma composição sonora e objetos como as "Luvas de Areia", "Um fardo de palavras" e a "Gargantilha de pedras portuguesas, asfalto, monóxido de carbono e engasgos", relacionados à experiência poética e política de suas três Atlânticas.

"Em Passagens Atlânticas Leandra Lambert dialoga com os vários sentidos do Atlântico. Aparece na forma da Avenida Atlântica e suas pedras portuguesas, o Oceano Atlântico e seu mar revolto e a Mata Atlântica e seu fundo repleto de minério tendente ao ouro. O sentido da vida urbana surge na forma de objetos que transpiram a dureza do cotidiano. Por outro lado, o Oceano e a Mata são mostrados em série de líricas fotografias submersas que inspiram a sensação de lâminas vítreas”, escreveu Cesar Kiraly, curador da Galeria IBEU.

A exposição também relaciona diversas concepções do termo "passagem": a passagem dos corpos pelos ambientes, o transitório, a passagem do tempo; a noção de passagem literária, passagens entre ficção e história; a passagem de um estado a outro, de uma matéria a outra, a transformação; lugar de transição e devir, espaço do que antecede o desconhecido.

 

PASSAGENS ATLÂNTICAS - texto do curador Cesar Kiraly

 

incapaz de não se expressar em pedra

as palavras de pedra ulceram a boca

e no idioma pedra se fala doloroso

João Cabral de Melo Neto in: _ A Educação pela Pedra

 

1. Esta exposição foi pensada para ser vista imersa em textura sonora. Entre cortes de composição musical e mais os rumores confusos da vida comum. A questão é a da continuidade nem sempre harmônica entre o som e a imagem. Daí Lambert montar usando ruídos como pequenos átomos a grudarem nas imagens e nos objetos como o faz a luminescência. Por isso deve o contemplador se colocar em tal passividade, atendente aos grânulos de som a pousarem sobre o arco de fotografias e objetos que se desenha diante dos olhos.

2. Do lado direito, temos par de luvas brancas, cujo peso é fornecido por quantidade de areia que lhes enche os dedos e palmas. Elas são suspensas por ameaçadores anzóis de quatro ganchos. Essas pesadas mãos seriam aquelas do último toque antes da despedida. O contato revestido torna áspero desempenhar o movimento fino. Por isso, tais dedos insistem para virar as páginas em que se acompanha a leitura de uma estranha sorte de objetos. Isso nos leva ao lado esquerdo, nele temos a amostra do desconhecimento da própria força. Da mesma forma que os sons são átomos montados / o que os torna chaves à decifração dos modos da vida comum / as pedras portuguesas funcionam como partículas da cidade. Ainda que nem sempre perceptível, uma cidade se monta de incontáveis cubos. Um cubo perfeito é uma tolice, seria como se pudesse existir o átomo de cidade na fôrma mesma da nossa ingenuidade. Nessa medida Lambert nos permite adivinhar o seu nomadismo. Além do que, envolve-nos com seu lirismo de quinas duras. Ela deambula pelas ruas e seus olhos são voltados para o chão. Ora, se uma cidade é o equilíbrio improvável de átomos pictóricos repletos de arestas, nada mais justo que eles cedam de suas posições originais e nos ofereçam a ontologia, a despeito mesmo da pretensão de alguns em os esconder. Lambert percorre o mosaico da vida urbana sabendo que vai encontrar tais falhas espirituosas. Ela as identifica / resgata-as / com todo carinho do mundo, cuida desses duros fragmentos de cidade como a um animal ferido. 

3. Donde se pode voltar aos desníveis de intensidade, pois ao mesmo tempo em que trata a cidade naquilo que dela se desprende, escrevendo em sua superfície, compondo-a em pesados adornos, revela uma rigorosa pedagogia. A pedra, antes educada como elementar, depois recolhida pela lírica cautela, para ser tratada do mal que a fez deslocada do todo, recebe uma outra educação. À pedra uma verdadeira educação pela pedra. Existe um amor do querer-agarrar e outro do juízo suspenso. Mas Lambert ama essas pedras com disposição intermediária. Elas são envoltas em carinho, porém adquirem consciência de serem potenciais quebradoras de vidraças. Elas se reconhecem passivo-agressivas. Aquela sonoridade que a tudo envolvia como luminescência, então, eram também grânulos de asfalto dispersos no ar a reagir com a fumaça dos carros.

4. Após viver em Paris os acontecimentos de 1848, Alexis de Tocqueville toma o cuidado de registrar suas memórias do evento. Elas são atravessadas por sentimentos conflitivos: o de pertencer ao parlamento de uma monarquia em colapso, a preocupação de preservar sua esposa e seu sobrinho e o assombro curioso com o tipo de metamorfose que estava a assistir. A cidade não apenas sofria os acontecimentos, mas, como um ente anímico, ela parecia pensar com eles. Mais, ainda que os oprimidos não dispusessem de uma filosofia que os orientasse a agir, aquele amálgama de corpos e prédios se apresentava como um pensamento. Tocqueville registrava o nascimento do pensamento social: o de uma existência meio cidade, meio gente. Um dos indícios que o permitia indicar tais fenômenos era justamente o comportamento das pedras. Como assim? Ele diz que de 1789 à 1848 os habitantes de Paris desenvolveram sabedoria prática para construção de barricadas à interrupção do fluxo das ruas. Elas eram montadas com pedras equilibradas. Assim, nos momentos de inflexão social, nos quais, como diz Burke, a partir da Revolução, os exércitos não mais hesitam de marchar sobre a população; a despeito da posição ideológica, a cidade precisa interromper suas ruas para preservar as pessoas. Uma barricada mal pensada é sinônimo de massacre. Seria equívoco ser dogmático e começar pela certeza de que as ruas de Paris falam e sabem o que fazem, porém, se elas insistem em nos dizer o que precisamos saber, e percebemos a sua cumplicidade, por que não escutá-las? O animismo bem compreendido parece ser bem mais consistente que o pampsiquismo.

5. Parece-nos que a perspectiva não subsiste na cosmologia. Se estão juntas, então uma delas é de mentirinha. No duro, se muito, o Atlântico abriga cosmologias jesuíticas de resultados, com ou sem fumaça, no mais, resta um largo e interessante perspectivismo Atlântico. As pedras portuguesas são um belo exemplo disso. Em Lisboa, os calceteiros, instaladores de tais átomos construtivos, preferem, num intrincado sistema de regras, não só perfeitamente colocar as pedras uma ao lado da outra, segundo o motivo escolhido, como não permitir que nenhuma supere a outra em altura. O resultado é um lindo e horizontal espelho de pedras. Nele escorregões são frequentes e mesmo inevitáveis dependendo do solado escolhido para o dia de chuva. Sob rebuliço social, remover uma delas é quase impossível. A conversa com essa pedra é animicamente frustrante, principalmente nos momentos de resistência. Em Copacabana, os colocadores de calçada copiam os temas lusos, mas a superfície é plena de irregularidades, donde os sapatos encontram acidentes a interromperem as quedas, e, na resistência, ampla sorte de quinas a dialogar com a imaginação necessária à conservação. 

6. Entre as pedras e as mãos (iluminadas ou oxidadas) encontramos líricos momentos vítreos. As passagens atlânticas não são apenas feitas de quinas, mas também de profundidades. Atlas sustenta nas costas um imenso cubo repleto de água salgada e tantos capilares de água doce. Além de nos equilibrar, nós que somos animais úmidos capazes de ter a impressão de afogamento com tênues variações de temperatura, ou se nossas respirações tocam a superfície das vidraças. Simultaneamente habitamos as superfícies das cidades e imergimos na imagem de modo a provocar o surgimento de lâminas que nos dividem. A fotografia dentro d’água funciona nesse registro. Ela desafia a percepção comum das superfícies para encontrar novas folhas a partir do meio. As possibilidades são inúmeras, posto a luz ser instável na água que revira. O resultado é o registro do entremeio. Afora ficar no convívio entre o abstrato e o figurativo. Sabemos onde estamos e somos incapazes de determinar o que vemos. Se apurarmos, temos os tons de minério tendentes ao ouro na imersão em água doce e a agitação como se a imagem fervesse em bolhas de mercúrio, na água salgada. O afundamento implica num outro tempo, compasso de espera, interrupção das capacidades irônicas, para a operação dos modos contemplativos.

7. Se a fixação das lâminas vítreas é um desafio, o segundo é saber como dispô-las em relação. Tais não contam com um modelo. Na Avenida Atlântica a questão é bloquear o motivo e individuar os espécimes soltos, no Oceano Atlântico, e na Mata Atlântica, o objetivo é montar uma relação emotiva entre as lâminas. Sim, elas, uma à uma, podem ser situadas, mas em dinâmica de composição, de analogia erótica, como indica Warburg no seu Atlas, querem emitir, a quem as vê, a sensação de improvável acerto. Trata-se da escolha certa no posicionamento lado a lado de aleatórias imagens nascidas, desde sempre, umas para as outras.

 

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Cesar Kiraly

Curador da Galeria IBEU e Professor de Estética e Teoria Política no Departamento de Ciência Política da UFF

 

Sábado
Abr092016

Synth Gênero no Pulso, Red Bull Music Station, SP

No dia 27 de Abril, uma quarta-feira, de 20 às 22h, estarei participando do "Synth Gênero" da Érica Alves em SP, como parte da programação da residência PULSO 2016, na Red Bull Music Station. É de graça, é uma conversa e vai ter som?! Vai!

"A jornalista Claudia Assef comanda essa conversa sobre as barreiras para as mulheres no meio musical. 

A produtora e aluna da Red Bull Music Academy Érica Alves apresenta o projeto “Synth Gênero”, no qual reúne mulheres para experimentar equipamentos usados na produção de música eletrônica.

Participam do encontro também Leandra Lambert, artista carioca que realiza experimentos sonoros, performáticos e visuais; Rafaela Andrade (bad$ista), produtora paulistana da cena da bass music; e Bibiana Graeff, DJ e integrante do duo Anvil FX (ao lado do compositor Paulo Beto), projeto que trabalha com sintetizadores analógicos, digitais e sampler.

Moderadora: Claudia Assef. Com Érica Alves, Leandra Lambert (Voz del Fuego), Rafaela Andrade (bad$ista) e Bibiana Graeff (anvilFX)."

Follow up: abaixo, duas fotos tiradas durante o evento, uma da conversa, outra da jam.


 

Segunda-feira
Fev222016

Soundcloud com 40 músicas + entrevista no Tumblr

Entrevista que eu adorei responder - "A punk multimídia precursora do electro carioca"

E finalmente meu Soundcloud com uma seleção de cerca de 40 músicas desde 1992, muitas delas organizadas em 3 playlists: Experimental chants and electronic witchcraft , compilação de alguns projetos mais experimentais; Voz del Fuego - Dance the Deviance, com 12 músicas e quase uma hora de Voz del Fuego; e Inhumanoids! + Self & inhumanoids! 1992-2000, com 15 músicas do século passado. Em breve, mais: Terra Incógnita e Cut-up Tragedy. ENJOY.

https://soundcloud.com/leandralambert

 

Quinta-feira
Jan142016

Ouvir na pele o terceiro som e Cut-Up Tragedy - Hypervoid e-books

Em breve, dois livros: a publicação gratuita, pelo selo Hypervoid, da minha dissertação de mestrado "Ouvir na pele o terceiro som"; e, na sequência, o primeiro volume do livro de fotos e textos do processo-projeto "Cut-up tragedy".

 

Domingo
Dez202015

Desenhos publicados no Vulome 2 LSDP, França 

Desenhos meus no segundo volume publicado pelo coletivo Les Slips de Papa, de Rennes, com artistas de várias partes do mundo.

Sobre as publicações

Participantes do Vulome 2